Pinus Anos de Brasil. Uma história que ajudou
a transformar o Sul.

Há 120 anos, o Pinus iniciou sua trajetória no Brasil.

Desde então, tornou-se parte importante do desenvolvimento econômico, social e ambiental da região Sul.

Cultivado de forma renovável e sustentável, o Pinus ajuda a gerar empregos, movimentar cadeias produtivas e levar desenvolvimento para centenas de municípios. Ao mesmo tempo, contribui para o futuro do planeta por meio do manejo florestal legal e certificado. Porque onde tem Pinus, tem desenvolvimento.

Área de cultivo de pinus integrada à paisagem florestal

Uma cultura que produz riqueza e preserva recursos.

O Pinus nasceu como uma alternativa sustentável para a produção de madeira. Hoje, é uma das grandes forças do setor florestal brasileiro.

Além de impulsionar a economia, o Pinus também desempenha um papel importante no combate às mudanças climáticas. O carbono que é retirado da atmosfera continua armazenado na madeira, dando origem a produtos renováveis que fazem parte do seu dia a dia.

É uma cultura renovável, responsável e comprometida com as próximas gerações.

Profissionais realizando manejo em uma área de pinus
Toras de madeira de pinus em primeiro plano

Mais presente na sua vida do que você imagina.

O pinus está presente nos livros, móveis, guardanapos e embalagens, nas tintas, perfumes, cosméticos e desinfetantes, em produtos farmacêuticos como as pílulas dos remédios, nos instrumentos musicais e até na goma de mascar.

Também está na construção civil, na geração de energia e na bioeconomia, com os bioplásticos e outros bioprodutos.

Sua versatilidade cresce junto com a tecnologia, ampliando aplicações e criando novas possibilidades para uma economia cada vez mais sustentável.

Um orgulho do Sul.
Uma contribuição para todo o Brasil.

Ao longo de 120 anos, o Pinus ajudou a construir uma história de desenvolvimento, inovação e responsabilidade ambiental.

Uma história que continua crescendo, gerando oportunidades e produzindo coisas boas para a vida das pessoas.

Pinus 120 anos, APRE, AGEFLOR, ABIMCI, ACR e ASBR